Poucas & Boas 125
Trump perto da morte?
Que Donald Trump está com problemas de saúde não é novidade, mas dizer que ele está em estado terminal é exagero. O que se sabe até agora é que ele foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, uma condição comum em pessoas acima dos 70 anos, que afeta a circulação nas pernas e pode causar inchaço e hematomas. Nos últimos eventos públicos, Trump apareceu com hematomas visíveis na mão direita, o que gerou especulações. A Casa Branca explicou que essas marcas são resultado de apertos de mão frequentes e do uso de aspirina, que pode dificultar a cicatrização. Além disso, ele tem sido visto usando maquiagem para disfarçar essas manchas, o que só aumentou os rumores sobre sua saúde.
Indiciamento de Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro
Nesta semana, a Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, por tentativa de obstrução de Justiça. A acusação aponta que ambos atuaram de forma coordenada para interferir em investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal. O relatório foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, que já havia se envolvido em outras decisões polêmicas relacionadas ao ex-presidente.
Cartão de Moraes bloqueado por sanções dos EUA
O ministro Alexandre de Moraes teve um cartão de crédito do Banco do Brasil bloqueado, supostamente em decorrência das sanções impostas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky. A medida gerou tensão entre os poderes e levantou dúvidas sobre a autonomia brasileira frente a decisões internacionais. O mercado financeiro reagiu com forte volatilidade, especialmente nas ações de bancos públicos.
Trump ameaça a Venezuela com ofensiva militar
No cenário internacional, o governo de Donald Trump anunciou o envio de destróieres da Marinha dos EUA para a costa da Venezuela. A ação faz parte de uma ofensiva contra o narcotráfico, mas também foi interpretada como uma demonstração de força política. A movimentação reacendeu tensões diplomáticas na América Latina e gerou preocupação entre países vizinhos.
Tarifaço dos EUA contra o Brasil
A escalada comercial entre Washington e Brasília ganhou novos capítulos com a imposição de tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros como café e laranja. O governo Lula reagiu com um pacote de R$ 30 bilhões para apoiar exportadores afetados. A disputa também envolve críticas ao relatório de direitos humanos dos EUA, que teria sido editado com viés político. Até aqui, a impressão que se tem é que o governo brasileiro está esperando que Trump desista do tarifaço porque não houve nenhuma retaliação do Brasil contra os Estados Unidos
Lisa Cook demitida do Federal Reserve
Trump demitiu Lisa Cook do conselho administrativo do Federal Reserve, o banco central americano. Alegou que Lisa Cook cometeu fraude hipotecária ao declarar dois imóveis diferentes como residência principal em documentos distintos. Segundo Trump, isso comprometeria sua integridade como reguladora financeira. Lisa Cook rebateu dizendo que Trump não tem autoridade legal para demiti-la, já que membros do Conselho de Governadores do Fed só podem ser removidos por “justa causa” — o que exige comprovação formal de má conduta ou negligência. Ela declarou que não renunciará e que tomará medidas legais para impedir a ação. Cook foi nomeada por Biden e havia votado pela manutenção das taxas de juros nos atuais patamares, contrariando os interesses do presidente. Com sua saída, Trump poderia indicar alguém mais alinhado com sua agenda econômica.
Furacão Erin ameaça e Incêndios florestais
O furacão Erin atingiu a escala máxima (categoria 5) e se tornou um dos mais rápidos da história, com ventos de até 255 km/h. A tempestade ameaça diversas ilhas do Caribe e já provocou evacuações em massa. Especialistas alertam para os impactos climáticos crescentes e a necessidade de reforçar políticas de prevenção e adaptação. A União Europeia, por outro lado, registrou a maior área queimada em incêndios florestais em 2025, com destaque para Portugal e Espanha. A onda de calor extremo e a seca prolongada contribuíram para a propagação dos focos, que já duram semanas. A situação reacende o debate sobre mudanças climáticas e a urgência de ações coordenadas entre os países europeus.