João matou Juliana por rejeição
As investigações sobre a morte da professora Juliana de Matos Lima Santiago, de 41 anos, seguem em andamento em Porto Velho–RO. A Polícia Civil apurou que a professora de Direito Penal e também escrivã da Polícia Civil, foi atacada a facadas em uma sala de aula no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em 6 de fevereiro de 2026, por rejeitar um relacionamento com João Cândido da Costa Junior, o assassino.

João, contido por colegas e preso em flagrante após desferir as facadas, alegou ter tido um relacionamento com Juliana, mas essa versão foi descartada após análise de mensagens e depoimentos. A delegada responsável afirmou que o caso é tratado como feminicídio, dado o contexto de rejeição e tentativa de controle sobre a vida da vítima. A linha de investigação segue a hipótese de que o crime foi motivado por rejeição e ciúmes.
A polícia já afastou qualquer ligação do crime com notas, avaliações ou questões acadêmicas. João Cândido permanece preso e responderá por homicídio qualificado. A investigação também busca esclarecer detalhes sobre o comportamento do suspeito antes do ataque e se houve sinais de perseguição ou assédio anteriores. A perícia médica informou que uma das facadas atingiu o coração de Juliana e causou hemorragia interna.
Foto destaque: Juliana Santiago
