Jornalista ficou morta por 2 dias ao lado da filha

Yara Marley ficou morta ao lado da filha por dois dias (foto: NE Notícias)

O corpo da jornalista como Yara Maria dos Santos foi encontrado nesta quarta-feira, 29, em seu apartamento, no bairro Ponto Novo, em avançado estado de putrefação. Segundo informações do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º/BPM), o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passará por uma autópsia a fim de saber a causa da morte.

Yara Maria trabalhava na assessoria de comunicação do município de Barra dos Coqueiros. De acordo com informações passadas pelo jornalista Elton Rickart, a filha de Yara, de apenas cerca de dois anos, estava no apartamento no momento em que o corpo foi localizado e deve ter ficado ao lado da mãe morta por dois dias. A suspeita é que Yara tenha sofrido uma crise epiléptica e se asfixiado.

Segundo o médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mulher estava morta desde a última segunda-feira, 27. “As primeiras informações dão conta que a causa da morte teria sido natural, mas como o corpo estava em estágio elevado de decomposição foi necessário encaminhá-lo para o IML”, informa o comandante Ademir, do 1º/BPM. Ainda segundo ele, alguns vizinhos entraram em contado com a polícia após sentir o mau cheiro no apartamento. “O Samu foi chamado. O médico disse que havia indícios que ela morreu desde segunda, e que por isso só análises detalhadas para se saber o que causou a morte”, afirma Ademir.

O sepultamento da jornalista Yara Maria Santos, que era conhecida como Yara Marlei, foi realizado nesta quarta-feira, às 17h, no Cemitério Cruz Vermelha, no bairro Getúlio Vargas, em Aracaju. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe (SINDIJOR-SE), entidade de classe que representa os Jornalistas e o Jornalismo em Sergipe, lamentou profundamente em nota a morte da jornalista Yara Maria dos Santos, de 38 anos.

Fonte: Portal Infonet

Landisvalth Lima

Professor, escritor e jornalista. Editou os jornais A Voz da Região (Serrinha-Ba), Tribuna do Nordeste (Ribeira do Pombal-Ba) e A Voz do Sertão (Heliópolis-Ba). Trabalhou na Rádio Difusora de Serrinha e foi repórter colaborador dos jornais Correio da Bahia e Jornal da Bahia. É autor dos livros A mulher do Pé de Cabra, Cariri Sangrento e A Esquerda Bastarda (romances); Patologias Educacionais do Semiárido Baiano (Tratado) e O Avesso do Exato (poesia). Foi professor de Língua Portuguesa dos colégios Brasilia e Colégio do Salvador (Aracaju-Se), Waldir Pires (Heliópolis-Ba), Evência Brito (Ribeira do Pombal-Ba) e Colégio Professor João de Oliveira (Poço Verde-Se). Atualmente mantem o Landisvalth Blog, é professor e Vice-Diretor do Colégio Estadual José Dantas de Souza e administrador e editor do Contraprosa.

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