Neto e filho matam por dinheiro
Reportagem da jornalista Millena Marques, publicada no jornal Correio, revelou que um homem, de 23 anos, foi preso suspeito de matar o próprio avô para roubar uma carteira no município de Castro Alves, no interior da Bahia. A prisão ocorreu na tarde de sexta-feira (17). Ele vai responder por latrocínio.
O avô foi identificado como Salvador Dias dos Santos, de 72 anos. Ele sofreu agressões físicas no dia 4 de março deste ano, na localidade de Alegre, em Castro Alves. O idoso morreu dias depois, em decorrência dos ferimentos, após ser socorrido em estado grave e hospitalizado no Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus. O suspeito segue custodiado na Delegacia Territorial (DT) de Castro Alves, à disposição da Justiça.
E para não se pensar que este foi um caso isolado, aconteceu outra morte trágica envolvendo parentes. Um homem que matou a própria mãe a facadas no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, queria que a vítima vendesse um imóvel da família para pagar uma dívida. Ele foi linchado por moradores na noite de quinta-feira (16), logo após o crime.
Conforme a Polícia Militar, o crime aconteceu na residência da família na Rua 4 de Setembro, nas proximidades da Avenida Barros Reis. A vítima foi identificada como Maria Aparecida dos Santos, de 58 anos. Segundo relatos de vizinhos à TV Bahia, ela teria sido atacada pelo filho, Diego Santos Andrade, de 33 anos, após o desentendimento.
Durante a agressão, a filha adolescente de Maria Aparecida tentou defender a mãe e também acabou ferida. Ela conseguiu escapar pelos fundos do apartamento e pedir ajuda. A jovem foi levada para o Hospital Ernesto Simões e permanece internada. Após o ataque, Diego tentou fugir, mas foi alcançado por moradores na Rua Guabiroba, a poucos metros do local. Ele foi linchado e encontrado morto, com marcas de disparos de arma de fogo.
Maria Aparecida trabalhava como merendeira numa escola de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Já o suspeito atuava como entregador por aplicativo. Os dois corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML), e o caso passou a ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Foto destaque: Reprodução: A vítima Maria Aparecida e o assassino Diego Andrade.
